Introdução

Um dos recursos mais utilizados por programadores em todos os tempos, extremamente rápido, eficiente e prático, chama-se bitmask.

Infelizmente tem sido consolidada a visão de que tudo que exige o conhecimento mínimo de programação é ruim, porque diminui a clareza do código. Em “diminui a clareza do código” leia: torna o código ilegível para programadores que não sabem programar… mas tudo bem. O coitado do bitmask sofreu com isso. Continuar lendo »

 

Talvez a classe String seja uma das 2 ou 3 mais utilizadas da API Java, mas mesmo assim é comum que programados saiam criando “blah,blah,blah”, sem ter idéia do que está acontecendo por baixo dos panos, e consequentemente sem poder tomar as melhores decisões com relação à segurança e performance.

Seguem algumas considerações sobre Strings em Java, cujos conhecimentos são importantes para que programadores tomem suas decisões:

  • Uma String é uma cadeia de caracteres. Caracteres em Java são representações no formato UTF-16; Continuar lendo »
 

Contexto

Para que se entenda a utilidade e o funcionamento do modificador volatile, é necessário conhecer um pouquinho sobre como programas em Java armazenam e acessam variáveis nas diversas memórias disponíveis em um computador.

Tenha em mente as seguintes assertivas (bastante simplificadas):

  • O programa acessa e manipula alguns tipos de memória diferentes: registradores, cache, ram;
  • As diferentes memórias possuem performances diferentes; Continuar lendo »
 

Ao desenvolver uma aplicação que se conecta com alguns servidores através de sockets, tive dificuldades para identificar uma forma prática e confiável de testar o código responsável pela comunicação com o servidor.

Pesquisei bastante pela Internet e a maioria das referências que encontrei indicavam o uso de Mocks para simular a conexão.

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Estamos tão acostumados com o padrão Javabean: gets, sets e propriedades privadas, que é comum não refletirmos sobre algumas decisões que tomamos ao definir as interfaces de nossas classes.

Uma técnica relativamente comum é o Method Chaining. Trocando em miúdos, bem miúdos, consiste em fazer os seus métodos set retornarem 'this'. Algumas classes da API Java funcionam assim, veja a documentação de StringBuffer, por exemplo.

E o que eu ganho com isso?

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Frequentemente temos que criar diagramas UML para conseguirmos comunicar nossas intenções. Seja para clientes, seja para colegas, seja para colar em um artigo.

Eu experimentei um milhão de ferramentas desenvolvidas para esse fim e, sinceramente, nunca havia gostado de nenhuma. Tenho a impressão de que os criadores dessas ferramentas, acham que vão resolver todos os problemas do mundo com um software para criar diagramas, e saem enfiando funções, menus contextuais, drags-and-drops mirabolantes, e criam ferramentas extremamente complicadas, cujos custos com tarefas burocráticas são maiores do que os benefícios adquiridos com os diagramas… Essa é a minha impressão. Continuar lendo »

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